"Cuidar de nós é também cuidar dos outros"
É o amor incondicional que nos protege do desespero independentemente dos nossos sucessos ou falhas.
O olhar subjetivo que lançamos sobre as nossas capacidades e limitações; é a força interior que nos permite projetar o futuro.
Aplica-se aos nossos atos, é a convicção de que somos capazes de agir de forma adequada em situações importantes.
| Critério | Objetivo Adequado (Sim) | Objetivo Inadequado (Não) |
|---|---|---|
| Origem |
✓
Depende de ti (ex: convidar alguém) |
✗
Depende dos outros (ex: ser convidado) |
| Viabilidade |
✓
Realista (ex: Vou dedicar 2 horas por dia a cada trabalho, começando antecipadamente) |
✗
Irrealista (ex: Vou dedicar esta segunda-feira inteira ao trabalho A, terça ao B e quarta ao C e só páro quando acabar) |
| Definição |
✓
Preciso (ex: caminhar 1x por semana) |
✗
Geral (ex: Tenho de fazer mais exercício físico) |
Observar com curiosidade as nossas capacidades, limites, defeitos e qualidades.
Assumir as falhas em vez de sentir vergonha delas. É o silêncio e o medo de ser descoberto que transformam um simples defeito num complexo doloroso.
Evitar o uso excessivo de mecanismos de defesa ou negação para proteger a autoestima a curto prazo.
A ação é a ginástica da autoestima. Mesmo sucessos pequenos reforçam o sentimento de controlo e eficácia.
Lutar contra pensamentos automáticos de autodesvalorização que surgem perante dificuldades.
Ver o erro como fonte de informação e aprendizagem e não como uma prova definitiva de incapacidade.
Afirmar o que se pensa, o que se sente, respeitando ao mesmo tempo os direitos e os sentimentos dos outros.
Saber escutar os outros de forma genuína.
Pedir ajuda quando necessário e cultivar uma rede de suporte.
"A autoestima não é algo rigido e imutável. Como um organismo vivo, ela precisa de ser nutrida e protegida"
(André & Lelord in L'estime de soi, 1999)